quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Biografia: Teodomiro Custódio Filho ( DOCA )




TEODOMIRO CUSTÓDIO FILHO


Filho da senhora Laudicéa Gomes de Matos (professora) e do senhor Theodomiro Custódio Divino (escrivão) (in memória), Teodomiro Custódio Filho nasceu em 1952, no povoado Sítios Novos, cidade de Canhoba-SE, nos moldes normais de um tradicional parto da época: em casa, com a ajuda de uma parteira. Um grande homem filho de uma família conservadora que sempre o influenciou e dedicou em sua carreira. Sua mãe, uma mulher que vivi na base da religião e da cultura, sempre se preocupou  com a educação de seus filhos.
Esse  grande homem sempre esteve ligado as questões políticas e sociais, buscando desde de cedo à prática e a preocupação com todos em seu redor. Sempre possuiu uma postura bastante eficaz., o ingresso na política, a vida religiosa e suas benfeitorias em prol do município ficaram marcada.

Theodomiro Custódio Divino e Laudicéa Gomes de Matos

Ainda pequeno, Doca, como era carinhosamente conhecido, deixou o povoado e veio morar na cidade, na companhia de seus pais e dos seus dois irmãos, Theóphylo Custódio Divino Neto (in memória) e Lauro Custódio Divino. Nesta, estudou na Escola Estadual Hermes Fontes no Colégio Francisco Figueiredo em Aquidabã-Se, no ano de 1975. Foi fazer faculdade em Aracaju, mas decidiu abandonar os estudos e regressar a terra natal para se dedicar as atividades do campo, no cuidado do gado.
Quando jovem, Doca já demonstrava a paixão por todas as manifestações culturais, religiosas e políticas de Canhoba; e se manteve envolvido com as mesmas até a sua morte.

Teodomiro foi vereador por dois mandatos. O primeiro deu-se no ano de 1988-1992 e o segundo 1993-1996. Neste último permaneceu por um bom tempo como presidente da câmara, até que, por motivos alheios, foi promovido a Prefeito de Canhoba.

                  
Carreira Política


TEODOMIRO CUSTÓDIO FILHO                                                                                                                                                                                                                  ASSINANDO  A  ATA  NO FÓRUM  EM AQUIDABÃ-SE  NA ENTREGA DO SEU DIPLOMA DAS ELEIÇÕES DE 15 DE NOVEMBRO DE 1988


Posse para prefeito de Canhoba, 1996.





Visita ao Ex-Gov. Albano do Prado Pimentel Franco e Lourival Baptista, Aracaju 1992. 




Doca permaneceu no mandato como prefeito por três meses, no entanto o suficiente para demonstrar o quanto se preocupava com o seu povo. E assim por Canhoba fez o que muitos em quatro anos não faz: calçou ruas, levou eletricidade para outras, educação de qualidade, saúde também, festejos sociais e religiosos...
Dentre essas obras, uma em especial, que vale salientar, foi a construção de uma palhoça cultural (a qual hoje leva o seu nome), o que demostra cada vez mais o envolvimento dele pela cultura.

FOTOS DAS OBRAS

Palhoça Cultural " DOCA "
                                                    

Rua: Benjamim Constante
                                          
Inauguração da Palhoça Cultural " DOCA"
 

Pavimentação a paralelepípedo do complemento da Avenida Zaluart Rezend, interligando a rua Marechal Deodoro da Fonseca, popularmente conhecida como rua da BAMBÁ.

Colocou iluminação na rua Cícero Silva ( Conjunto Albano Franco )

        ... E deixou material para pavimentar parte da rua Benjamim Constante.
                                                            
Prédio construído em seu mandato.
Com um tempo passou a ser funcionário público; trabalhava na DESO...Costumava sair para beber com os amigos, sempre alegre com o sorriso no rosto e em época de cheias do rio São Francisco era sua diversão preferida, reunia sua família para passar finais de semana na propriedade que era de seu pai a fazenda Cajarana e a paixão pelo futebol, em especial pelo seu time de coração o Botafogo. Doca organizava uma farinhada no povoado Serra, reunia mulheres, homens e crianças, logo cedinho ao nascer do sol todos subiam a Serra em festa, Doca pegava seu jeep anunciando que na Casa de Farinha haveria festa, lá faziam  Beijú, Pé de Moleque, má casada etc. O ato da farinhada era muito tradicional no município.  



Fazenda CAJARANA.

Recordação do Jeep.


Em épocas de cheias do Velho Chico.


Cheias do rio São Francisco, rua Zaluarte Rezende. 


Apaixonado pelo Forró, Doca tinha uma coleção imensa de vinis de cantores diversos, e com o seu jeito humano amigo de ser conseguiu se aproximar de alguns deles; muitos faziam sucesso no cenário regional e nacional. E com alguns manteve uma amizade íntima, como Marinês, Clemilda, Meloso e as Melosas...

DOCA E SUA AMIGA MARINÊS
DOCA AO LADO DE CLEMILDA EM ÉPOCA DE ELEIÇÕES



Outro lado de Doca, quase desconhecido por muitos, é o de compositor. Algumas de suas canções foram gravas, inclusive por artistas citados acima... 


  O Carnaval:

O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Cada lugar e região brincam a seu modo, geralmente de uma forma propositadamente extravagante, de acordo com seus costumes. Em Canhoba, há muito tempo, comemorou-se com as tradicionais caretas juntamente com o bloco em que homem se vestia de mulher e vice versa; onde Doca organizava esse bloco.



Encenação da Paixão de Cristo:
                    

Era um teatro a céu aberto, realizado na sexta feira da paixão, onde jovens se caracterizavam para retratar a vida e morte de Jesus Cristo. Doca fazia parte da organização e por vezes atuava também.



  O Casamento do Matuto:

Realizado em comemoração aos festejos juninos, o casamento do matuto é uma parte integrante da quadrilha junina, que faz uma sátira aos casamentos tradicionais, numa linguagem alegórica do interior, cheia do humor. Em Canhoba, Doca sempre realizava no dia de São João, onde várias pessoas se reunião no povoado Barro Vermelho, e em seguida vinham em cortejo, a cavalo, com destino à cidade. Além de satirizar o casamento tradicional, Doca também abordava diversos assuntos de cunho polêmico, “atual”, folclórico etc.



           A Quadrilha  Junina:

É o baile em comemoração ao casamento caipira; uma dança ensaiada e executada com pares alternados. Na noite de São João, moças e rapazes canhobenses vestiam roupas típicas, e seguiam as instruções do marcador (papel comandado por Doca), que anunciava os passos da quadrilha junina ao som de muito forró.


Festa do Santo Cruzeiro:

Tradição canhobense a mais de 100 anos, a Festa do Cruzeiro é comemorada no início de junho, com um trido de missas e finalizando com a procissão. Conhecida por sua tradicional guerra de espadas e queima de fogos, a festa é dividida por noites, uma delas é a noite da juventude... Está por muitos anos teve Doca como encarregado na organização.


Festa do Padroeiro Bom Jesus dos Pobres:

Doca também era encarregado da noite da juventude na Festa do Bom Jesus dos Pobres (A Festa do Padroeiro de Canhoba), onde acontece um novenário de missas e finaliza com a Procissão; festa que também traça uma tradição religiosa por muito anos.


Assim, a romaria de Doca perdurou até a sua morte, de forma que pudemos observar o religioso que estava explícito nele.

  
A Vaquejada:
      
Cultura do Nordeste, a vaquejada, mais conhecida como A Pega de Boi no Mato, tem por objetivo preservar a memória do sertanejo, reconhecendo a valentia e a importância do vaqueiro nordestino. Doca realizava no mês de setembro, no Povoado Barro Vermelho, onde se iniciava com alvorada festiva, seguida de uma missa de envio do vaqueiro; e contava com uma grande participação popular.



                      O Pastoril

É um tipo de manifestação folclórica do nordeste do Brasil, que integra o ciclo das festas natalinas do Nordeste. Em Canhoba, por muitos anos, Doca foi uns dos organizadores. 



Teodomiro faleceu ainda “jovem”, aos 45 anos de idade, no dia 01 de setembro de 1997, morreu com problemas de saúde . No entanto deixou um legado de homem preocupado e dedicado com seu povo, onde podemos observar o quando Doca foi meritório para a política de Canhoba, assim também para a preservação e para a formulação da cultura canhobense. Sua morte comoveu à todos, em sua última homenagem seu caixão foi colocado aos pés do Santo Cruzeiro aquele que ele dedicou sua fé. Ali acabava a esperança de muitos, não iriam ver mais o progresso de sua cidade os  festejos juninos não seriam mais os mesmos sem Doca.
  

 
Cemitério Santo Antônio, Canhoba - Sergipe onde encontra-se seu mausoléu. 


Título Eleitoral

BENEFICIÁRIO DO ( IPES )

                                                        
                    
   HOMENAGEM  A  " DOCA "
               

                    

                     Homenagem de Junior Divino ( sobrinho )



               3ª  Gincana do C.E.S.F.A. 2015. Turma 3º Ano "A"
                                      Paródia em homenagem a " Doca".
 

                             
                                                Texto                    
                                                        Jaélython Moura
                                                       Chrystophe Divino 


                                                                  Acervo
                                                        Chrystophe Divino 
                                                            

                                                                 Vídeos
                                                            Junior Divino
                                                            Ana Angelica


                                                               Editor Chefe
                                                           Jaélython Moura 

                                         


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

ÍNDIO CATAIOBA

     Localizado na praça " Antônio Torres Junior", o Monumento ao Índio Cataioba, foi inaugurado em 19 de agosto de 2015. Presta homenagem aos povos indígenas, especialmente aqueles que habitaram a nossa região em tempos  remoto e  que foram dizimados pelos colonizadores portugueses em meados do século XVI.

    Trazendo um elemento típico do cotidiano indígena " a flecha ", o objetivo é lembrar a riqueza histórica, cultural e humana dos índios. O monumento é um patrimônio cultural da cidade, logo atrás foi plantada um Pau Brasil umas das árvores mais importantes do país.
     Os índios fugiram, mas no município ficaram suas marcas: os nomes de locais como Caiçara e Caraíbas. Nos pontos chamados de Bom Nome e Baixa do Canhoba era que habitavam os índios Cataiobas, tupis-guaranis, nômades, cuja existência sabe-se pelos seus ancestrais e pelos seus cemitérios encontrados nos territórios, com as descobertas de muitas igaçabas.
    A bandeira do município tem como simbologia o índio Cataioba, com seu instrumento de trabalho ( arpão). 
     As terras canhobenses, que se situam à margem direita do rio São Francisco ao norte do estado, descobertos pelos portugueses , em 1502, no dia 8 de outubro, daí o porque do nome, faziam parte da Capitania de Todos os Santos, que iam do Velho Chico até Itaboã, próximo a São Salvador. Com a morte de Cristovão de Barros, parte dessas terras passam a pertencer a seu filho, Antônio Cardoso de Barros. Os primeiros exploradores chegaram no final do século XVIII à lagoa do Jaguaripe, hoje lagoa de Canhoba, usando o rio São Francisco como estrada natural. Segundo pesquisadores, Canhoba quer dizer na língua Portuguesa " Folhas Escondidas ", uma planta medicinal usada largamente pelos indígenas. Uma espécie de planta com fama de miraculosa ( milagrosa ). A palavra " Canhoba " é a junção de duas outras. Segundo o tupinólogo, Theoro Sampaio, em seu Dicionário Tupi, " Can " quer dizer cânhomo, e o " oba " é o senhor da terra.
    O desaparecimento das tribos sergipanas se deu no século XIX, devido a política indianista do Império do Brasil que publicou a Lei das Terras em 1850, declarando como Domínio Público. Nesta fase foram extintos muitos aldeamentos nas províncias de Alagoas, Sergipe, Pernambuco e outras regiões do Império, por critérios raciais e discriminatórios, só para apossarem dos territórios indígenas, época do descobrimento, as terras de Sergipe eram habitadas por várias tribos indígenas Além dos Tupinambás e Caetés nas terras sergipanas tinham cerca de 30 aldeias, ambas pertencentes ao grupo Tupi que tinham o tipo físico negróides.
    Apesar de muitos critérios muitas águas vão rolar e muita chuva cairá sobre o índio da praça Antônio Torres Junior. Mas o pior cego é aquele que não quer ver o peso da cultura popular. A memória do índio da praça  em Canhoba, entretanto, nos leva a um passado mais antigo.



sexta-feira, 17 de julho de 2015

Partiu Sergipe Partiu Nordeste





 



 Eu Sou Sergipe
Encontro das águas do Rio com o Mar - Chegando à Orla de Aracaju o visitante visualiza o encontro das águas do Rio Sergipe com o mar, o que proporciona um espetáculo da natureza belíssima a uma vista de tirar o fôlego e bem ao lado do Farol.

Praia de Atalaia - O litoral de Aracaju reúne praias encantadoras como a praia de Atalaia com seus 6 quilômetros de extensão de orla, situada a 9 km do centro da cidade e um dos principais atrativos turísticos de Sergipe e um dos principais cartões postais do estado. Considerada por muitos a mais bela praia do nordeste e uma das mais bem equipadas do país, proporcionando o lazer e entretenimento dos turistas e moradores. No local, ficam situadas, ainda, as praias dos Artistas, também conhecida como Havaizinho, que é muito frequentada por surfistas.



                                                                    1° video Extraído
                                           www.nordestinospaulistanos.blogspot.com.br

terça-feira, 26 de maio de 2015

Capela de " Nossa Senhora da Conceição "







                                Capela de Nossa Senhora da Conceição

            Dom Mário Rimo Siviéri                    Padre Fábio Silva Pereira
                   Bispo Diocesano                             Pároco ( 2002/2004)

          Este templo foi construído pela liderança de MARIA MANOELA DA CONCEIÇÃO, consagrada solenemente no dia 08 de dezembro de 1894,
para perpetuar o Dogma da Imaculada Conceição, proclamado em 1854
por Pio IX, que João Paulo II, celebrou o seu sesquicentenário.
          Do céu, um dia, desceu um raio de luz! Antes, porém, a IMACULADA
CONCEIÇÃO havia sido coroada Rainha da Paz deste querido torrão.Coroantes
MALVINA TORRES e ALIETE REZENTE. Capelão da época do coroamento:
PADRE FERNANDO DA GRAÇA LEITE. 

     8 de dezembro de 2004                                   DA CULTURA DO ALGODÃO,  (época que foi colocada a placa)             SURGIU A CAPELA DA CONCEIÇÃO

                                             Lauro Rocha de Lima
                                                    pesquisador
                                                             


Altar da Capela Nossa Senhora da Conceição

Pe. Nestor Mathieu trouxe para a Capela de Nossa Senhora da Conceição um pedaço do madeiro que caiu. Desde então, todo ano no dia 03 de junho, dia em que começa a festa do Santo Cruzeiro, a população em procissão, juntamente com os zabumbeiros, levam o Santo Cruzeiro de madeira aos pés do atual, e este só retornam a igreja no dia 07 de junho, novamente em procissão com os zabumbeiros.  



                            fonte: Capela de Nossa Senhora da Conceição

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Paróquia "Bom Jesus dos Pobres"



                                        Paróquia do Senhor Bom Jesus dos Pobres

                                        Criada em 28/11/1939  instalada em 20/02/1940

                                         DOM  JOSÉ  THOMAZ GOMES DA SILVA

                                                            1º Bispo de Aracaju

      Dom  Fernando  Gomes dos Santos - Dom José Vicente Távora - Dom José Brandão de Castro - CSSR - 1º  Bispo de Propriá  - Dom José Palmeira Lessa - Dom Mário Rino Sivieri.

                                                       Emancipação Municipal  23/01/1938

        Matriz reconstruída, em estilo Gótico, por Dr. Eronides de Carvalho, reinaugurada  em 18/02/1939.

                                             Párocos e Administradores  Paroquias:

         Cônego  Fernando da Graça Leite 20/02/1940 - 31/01/1945
         Monsenhor  Manuel Guimarães  - 09/02/1945 - 05/01/1948
         Padre Gonçalo Lima - 11/05/1948 - 03/07/1948
         Padre  José da Rocha Bruno - 27/10/1948 - 10/07/1950
         Cônego  Fernando da Graça Leite - 18/12/1950 - 11/02/1958  ( II )
         Padre  José Amaral de Oliveira - 16/02/1958 -  05/01/1959
         Padre  Darci Leite - 19/03/1959 - 07/061961
         Monsenhor  José Curvelo Soares - ( Substituto )- 1960
         Dom José Brandão De Castro - CSSR - 06/06/1961 - 07/07/1962
         Padre  ( Licinho ) Huggens - CSSR - 07/071962 - 01/01/1964
         Padre  Paulo Lebeau - CSSR - 19/02/1964 - 10/12/1965
         Padre Leão Gregório - CSSR - 01/011966 - 1969
         Padre  Miguel Derideau - CSSR - 01/01/1970 - 1972
         Padre Neston Mathieu - CSSR - 1972- 1980
         Padre  Gerard Olivier - CSSR - 31/03/1982 - 06/1988
         Padre  Frei Anisio Freire - OFM - Vigário Geral - 12/1988 - 11/1990
         Padre Antonio Rodrigues de Souza - 17/021991 - 12/1999
         Padre Elias Izais - 13/02/200 - 31/12/2000
         Padre Francisco Luis de Barros Filho - 14/01/2000 - 04/2002
         Diácono  Fábio Silva Pereira - 08/04/2002 - 30/07/2002
         Padre Fábio Silva Pereira - 30/07/2002 - 12/2004
         Padre Gildo Alves de Menezes - 15/01/2005 - 12/2005
         Padre Silvio Humberto Pontes - 08/01/2006 - 10/05/2006
         Padre Gildo Alves de Menezes - 12/12/2006 - 26/05/2007 ( II )
         Padre Mauricio Alexandre Alves de Souza - 27/05/2007
         Padre Murilo Moraes Silva 2016
         Padre Alailson Santos

      Igreja reconstruída pelo piedoso MANOEL PAEZ a partir de 1889, pagando uma promessa por não ter morrido de febre amarela, transmitida pelo mosquito nas selvas amazônicas, ampliada para trás pelo Padre Mauricio Alexandre em 2009, reformado-a mais uma vez.


            " Da cultura do algodão, surgiu a capela da Conceição, da promessa do piedoso , construiu-se a igreja do Milagroso".
                                                                                              Lauro Rocha de Lima

                             COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DO SANTO CRUZEIRO
                                                   E OUTROS DADOS HISTÓRICOS

     Em 07/06/1910, Frei  Rocha ( OFM ) e Frei Anatanael ( OFM ) ergueram a grande cruz, em frente a igreja então em construção que caiu em 14/04/1960 ( depois de 50 anos ) reerguida em 28/04/1961 a concreto armado, tendo Dom José Brandão ( CSSR ) , 1º Bispo de Propriá, dado a bênção litúrgica em 07/05/1961, diante das honrosas presenças das autoridades estaduais , governador, vice-governador, parlamentares, juristas, prefeitos ( inclusive de outras cidades ) , líderes e dos fiéis , antes ,porém, o prelado , brilhante orador sacro, proferiu belíssima homilia, ressaltando a máxima importância daquele cruzeiro fará o povo Canhobense era a sua primeira visita pastoral o que restou do divino madeiro está guardado na capela da Conceição, ( outro Santo Cruzeiro de pau d´arco amarelo , relíquia sagrada ) carregada em procissão festiva em agradecimento as inúmeras graças alcançadas e relembrando a santa missão de 1910, que ainda hoje ecoa.

      Padre Enaldo , aqui celebrou em 1988, missa nova.
    Imagem do padroeiro confeccionada por OLÍVIO MATHIAS DA ROCHA,. Diante Santo Cruzeiro Dom Fernando Gomes ( 2º bispo de Aracaju ), em visita pastoral de uma semana pregou os evangelhos de Jesus Cristo, incentivou as vocações , crismou e ministrou 1ª comunhão as crianças.

     Dom Távora ( 3º bispo de Aracaju ) em 1957, buscou doações para o seminário ( Canhoba era um dos maiores doadores ) e para a instalação da rádio Cultura de Sergipe, reuniu-se com comerciantes , fazendeiros e apostolado da oração.

      Dom Lessa ( 2º bispo de Propriá ) inaugurou a capela da virgem do Monte Serhat em 1988, dando-lhe a bênção litúrgica comemorou o cinquentenário da paróquia e realizou uma ordenação diaconal. 

       Dom Mário ( 3º bispo de Propriá ) tem perigrinado por esta terra missionária e evangelizadora, inaugurou a nova capela da imaculada Conceição de Sítios Novos, prestigia os fiéis desta paróquia.

       Homenagem aos Bispos, Párocos, Pregadores, Confessores em especial ao padre Mauricio Alexandre Alves de Souza, vigário do Jubileu.

         " Nesta terra onde brilha o Cruzeiro, das estrelas de um brilho sem par, que ilumina este céu brasileiro, Jesus Cristo, Jesus Cristo há de sempre reinar".
                                                                                    ( Padre Avelar Brandão Vilela )

      " Salve, salve, divino Cruzeiro, em que Cristo nos deu salvação , salve, salve sublime madeiro, esperança de todo cristão".
                                                                                                 ( Autor desconhecido )

         " Rincão encravado entre serras, o Cruzeiro na praça a brilhar, a sua emancipação, orgulhos queremos festejar".

                                                           Canhoba, 07 de junho 2010


                                                      Dr. LAURO ROCHA DE LIMA 
                                                                 ( pesquisador )

                                                   
                                                      Fonte: Paróquia Bom Jesus dos Pobres

  

               
            

                                                          HINO DO PADROEIRO

 BOM JESUS NESTA TERRA QUERIDA

ONDE TEM O SEU ALTAR TÃO NOBRE

OUVE A NOSSA ORAÇÃO COMOVIDA

Ó SENHOR BOM JESUS DOS POBRES


REFRÃO

NESTA TERRA ENTRE MONTES E BAIXIOS

DE CANHOBA   ESSES VOSSOS FILHOS SEUS

GLÓRIA A DEUS!GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS!

PAZ NA TERRA AOS AMIGOS DE DEUS


BOM JESUS COM RESPEITO PROFUNDO

TODOS NÓS TE ADORAMOS SENHOR

SUA MORTE SALVOU TODO MUNDO

SUA MORTE Ó JESUS NOS SALVOU


BOM JESUS NESTE TEU SANTUÁRIO

A SUA FRENTE O SANTO CRUZEIRO

SOB A SOBRA A MÃE DO ROSÁRIO

ES O NOSSO IRMÃO E PADROEIRO


BOM JESUS AO PARTIMOS SAUDOSOS

A SUA IMAGEM DIZEMOS ADEUS

MAS LEVAMOS CONOSCO ALEGRES

AS CERTEZAS DA BÊNÇÃO DE DEUS.


AUTOR:PADRE ANTÔNIO
 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Padre Maurício recebe título de Cidadão Canhobense.

A Câmara Municipal de Canhoba realizou no dia 12 de dezembro, uma Sessão Solene para homenagear com Título de Cidadania Canhobense aquele que se destacou  por relevantes serviços prestados ao município de Canhoba. Amor a Deus, fé, carisma, respeito, dedicação, zelo, amigo e muitos outros atributos podem ser direcionados ao  padre Maurício Alexandre que recebeu do Poder Legislativo de Canhoba, na tarde de sexta-feira, dia 12, o título de Cidadão Canhobense. Com o plenário da Câmara de Vereadores com fiéis, amigos e autoridades, padre Maurício foi recebido e aplaudido de pé por todos como forma de agradecer e reconhecer os serviços prestados no município. 
O título foi conferido ao religioso por meio de Decreto Legislativo de autoria do vereador  Milton dos Santos Filho e aprovado por unanimidade pelos demais vereadores na sessão. “O que me motivou a levar para a Câmara de Vereadores o Projeto de Decreto Legislativo n°, 05 de 06 de novembro de 2013, para conceder o título ao padre Maurício foi, principalmente, a pessoa dele e a maneira com que faz o seu trabalho. Ele é um mensageiro, um enviado de Deus, um padre tão jovem e que transformou Canhoba,Padre Maurício, é natural do município de Propriá Sergipe,Oriundo de família humilde, sempre foi uma pessoa de muita fé e desde cedo manifestou sua vontade de dedicar-se à vida religiosa.
Desenvolveu um grande trabalho de evangelização a frente da Paróquia Bom Jesus dos Pobres que abrange os municípios de Canhoba e Amparo do São Francisco. Com isso, Pe. Maurício Alexandre torna-se o mais novo cidadão Canhobense o que faz aumentar seu amor pelo município. Padre Maurício recebeu o título das mãos do presidente da Câmara, vereador Milton dos Santos Filho. 
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Agradecimentos

Estou muito feliz por ter recebido o Título de Cidadão Canhobense,Jesus disse que quem deixa pai, mãe, irmãos, ganha tudo cem vezes mais.Em Canhoba fui muito feliz, aprendi muito, e procurei amar a cada um que encontrei e experimentei essa realidade do evangelho.
Agradeço aos vereadores que por unanimidade me concederam o título de cidadão e a todos que prestaram sua homenagem. Deus abençõe a todos!    


                                                                                                                      

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Cantor, José Augusto Costa ( 1936 - 1981 )

José Augusto Costa (Aquidabã, 3 de outubro de 1936 - Feira de Santana, 5 de dezembro de 1981), popularmente conhecido como José Augusto Sergipano ou também José Augusto Velho, foi um cantor brasileiro.




"JOSÉ AUGUSTO SERGIPANO "


Nasceu na Avenida Santa Terezinha, no bairro da Baixinha, em Aquidabã, onde fez os primeiros estudos, e depois veio morar em Aracaju, concluindo o 2º grau. Em 1953, estudava e trabalhava na primeira linha de ônibus coletivo da capital sergipana.
Dentre seis irmãos, era o filho mais novo de Maria Adolfina Costa e de Januário Bispo dos Santos. O jovem José Augusto cantava nas festinhas das escolas e festas de aniversários, pois sua vocação para cantor aflorou na juventude. Gravou mais de 200 músicas, em 22 LP's, iniciando a sua carreira de cantor na Gravadora Chantecler, realizando seu grande sonho, gravando também em outras gravadoras. O seu nome "estourou" nos principais programas radiofônicos da capital paulistana, fazendo sucesso retumbante, admirado pelos nordestinos e pelos brasileiros de um modo em geral. Viajou por todo o país fazendo shows, apresentando-se, em palcos dos cinemas (na época os cinemas eram os principais locais para a apresentação dos artistas. As emissoras de Aracaju tocavam os seus discos, diariamente, fato que se repetia em todo o Brasil.
 .Em 1964 o Deputado Estadual filho de Canhoba, "Antonio Torres Junior" contratou um School do cantor "Jose Augusto" para uma apresentação em Canhoba. O School foi realizado na calçada da residência da família Torres na Praça Deputado Antonio Torres Junior nº 84 .....foi um sucesso.

Morte

José Augusto, com uma agenda cheia de compromissos, ao saber da hospitalização da sua mãe, Dona Adolfina, veio às pressas para Aracaju, mas por exigência de seu empresário, viajou para realizar um show em Senhor do Bonfim, na Bahia, agendado anteriormente, mas um acidente ocorrido perto de Feira de Santana, matou-o na hora. O corpo foi sepultado, no jazigo da família, no Cemitério de Santa Isabel.

Discografia

  • Florisbela Saint-Tropez/Saudade bateu na porta • Carnaval (1961)
  • Se meu apartamento falasse • Califórnia (1962)
  • Ninguém faz falta/Minha saudade • Chantecler (1962)
  • Minha mãezinha/Cantando pra não chorar • Chantecler (1962)
  • Guarânia da noite triste/Tortura • Chantecler (1963)
  • Tudo de mim/E o tempo passou • Chantecler (1963)
  • Engano do carteiro/Até amanhã • Chantecler (1963)
  • Beijo gelado/Amor proibido • Chantecler (1964)
  • Angústia da solidão/Traição • Chantecler (1964)
  • Um novo ídolo • Chantecler (1965)
  • Exitos de Brasil • Chantecler (1965)
  • José Augusto • Chantecler (1966)
  • Preciso de alguém • Chantecler (1967)
  • Momento feliz • Chantecler (1968)
  • Os grandes sucessos de José Augusto • Chantecler (1969)
  • Prece de um rapaz apaixonado • Chantecler (1969)
  • A vida passando por mim (1971)
  • Canção de paz (1973)
  • Minha visão (1976)
  • Aliança devolvida (1978)
  • Já o novo ídolo (1980)









                                                          Fonte: Wikipédia