quarta-feira, 19 de agosto de 2020

Rodovia SE 200.... KM 72









Rodovia SE 200...KM 72 x 072 Placa do veículo do Dep. Estadual in-memorian Antônio Torres Junior. Leiam o texto até o final. Bem interessante. No ano de 1955 quando o então Bacharel em Direito Antônio Torres Junior incentivado por seu pai o comerciante/agricultor Antônio Torres Netto a entrar na política. Ambos entram e são eleitos pelo povo com a legenda UDN ( União Democrática Nacional ) mesmo partido do governador de Sergipe Leandro Maynard Maciel. Antônio Torres Jr deputado estadual e seu pai meu avô Antônio Torres Netto Prefeito de Canhoba-Se. ( Obs. Antônio Torres Junior foi eleito por 04 pleitos 1955/1970 só interrompido em 21/12/1967 com seu trágico falecimento). Em 1960 em seu segundo mandato ( 1959/1962 ) no governo de Luiz Garcia também UDN convida 02 engenheiros do DER ( Departamento de Estrada e Rodagem) um projeto para ampliar o trecho da estrada Amparo do São Francisco a Nossa Senhora de Lourdes passando por " Dentro " do município de Canhoba-Se. Onde a estrada traria o progresso, desenvolvimento para os Canhobenses. ( O deputado Torres Jr era um homem de visão ). Projeto no papel, tudo nos conformes. Porém não realizado por faltas de verbas. Hoje quem vem de Propriá para Canhoba um percurso de 21 Km, quando passa do trevo de Amparo de São Francisco andando uns 02 km visualiza o " KM 72 " que na época em 1960 foi marcado em umas das propriedades do clã Antonio Torres Netto na maior lagoa de peixe da região com o nome " Lagoa do Mato" que permanece  até os dias atuais de propriedade dos Torres nosso primo Milton dos Santos  Filho. A SE 200 começa em Betume em Neópolis passa por dentro de Propriá, Amparo de São Francisco ( por fora que já existia ), Canhoba (FORA no novo projeto),Nossa Senhora de Lourdes (por dentro) Gararu (por dentro), Porto da Folha (por dentro), até Canindé do São Francisco (por dentro na rota do Sertão). Por que KM 72? Em 1963 o deputado compra seu primeiro veículo. Um DKW Vemag Belcar Vermelho. Qual a placa? 072 coincidindo o KM 72 propriedade dos Torres. Era a septuagésima segunda placa registrada no "Dentran" que tem sua origem ligada a Inspetoria Geral da Guarda Civil e de Veículo da Secretaria de Segurança Pública com a finalidade de atender o Código Nacional de Trânsito,aprovado pela Lei Federal 5. 108 de 21 de setembro de 1966. Em 1965 compra seu segundo veículo um Simca Chambord Tufão de cor verde claro . Qual a placa?  072. Em janeiro de 1967 compra seu último veículo. Um Willys Itamaraty vermelho. Qual a placa? 072. A placa 072 era conhecida no meio político e na sociedade como a placa do deputado Antonio Torres Junior. O VEÍCULO Itamaraty ficou conosco até o ano de 1970. Quando nossa mãe in-memorian Gicélia de Araújo Torres compra na REVAISE (dos irmãos Hélio, Elsiu, Elviu) um DODGE polar ano de 1975 0 Km. Qual a placa?  AA: 00-72. Em 1991 entram as novas placas com 03 letras e quatro números. A nossa placa 072 depois AA: 00-72 que dos anos 1963 até 1990 era de propriedade do dono do veículo e não do veículo virou peça de museu. Está guardada. Só lembranças. Voltando ao projeto da estrada. Em 1983 o governador João Alves Filho (1983/1987) autoriza a ligação do trecho Amparo de São Francisco até Nossa Senhora de Lourdes ....Alguém super inteligente e de visão futura projeta a rodovia passando " POR FORA DE CANHOBA-SE". Diferente do projeto do deputado Antonio Torres Junior que era passar por DENTRO de Canhoba-Se. projeto aprovado a empresa "Transal" executa o projeto e conclui a rodovia em 1985. Rodovia passando por dentro de Canhoba gerava mais custo e por fora beneficiaria A/B/C. Inauguram a rodovia com o nome : Governador Eronildes Ferreira de Carvalho outro filho de Canhoba que tiro o chapéu. Não tiveram a hombridade de batizar a rodovia com o nome do Deputado Antonio Torres Junior outro filho ilustre de Canhoba. Que fez o primeiro projeto da estrada passando por DENTRO de Canhoba. Trouxe água encanada para as torneiras dos Canhobenses, trouxe Luz Elétrica para Amparo de São Francisco, Canhoba e Nossa Senhora de Lourdes com poste de cimento em 1967, empregou muitos na Deso, Energipe, escolas municipais e estaduais como professores, professoras, merendeiras, guardas municipais, estaduais,fiscais,etc,etc. Onde anda o progresso e desenvolvimento de Canhoba? A rodovia passando por DENTRO de Canhoba teria outra história? Tirem suas conclusões. Isto é Brasil, é Sergipe, é Canhoba.( Publicado no face 31/05/2020).



                                                          Autor do Texto: Angelo Mauricio Torres

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Beatriz Brás Rocha ( Beata ) completa 100 anos.




   Beatriz  Brás Rocha ( Beata ) nasceu em 26 de Julho de 1920, em Amparo de São Francisco, Sergipe, filha de Manoel Brás da Silva e Maria Alexandrina Brás, ainda menina veio morar em Canhoba, Sergipe, casou-se com Francisco Silveira da Rocha, tem 09 filhos, 28 netos, 26 bisnetos, 10 tataranetos e 01 trineto. Hoje viúva e aposentada foi zeladora da Igreja Nossa Senhora da Conceição e filha do Coração de Jesus.
   Que sua história de vida com tantos ensinamentos, seja hoje, mais do que nunca, recordada com muita clareza e que sirva de exemplo. Completar 100 anos não é pra qualquer um... Só os especiais de Deus completam essa data! E a senhora é exemplo de como se deve viver em felicidade.

sexta-feira, 10 de julho de 2020

IDA DE SOUZA TORRES SANTOS - DE 21/05/1932 A 09/07/2018

Canhobenses. Vocês sabiam quem foi a primeira  Presidenta e Vereadora Mulher da Câmara Municipal de Canhoba-Se no biênio 1958/1962? pela legenda UDN ( União Democrática Nacional ) " Ida Souza Torres"  formando-se a tríplice aliança: Seu pai, meu avô Antonio Torres Neto prefeito, seu irmão (seu ídolo) meu pai Antonio torres Junior deputado estadual e ela Ida de Souza Torres vereadora e eleita Presidenta da Casa. " Nasceu em Canhoba - em 21/05/1932, filha caçula do Clã Antonio Torres Neto e Leonilda de Souza  Torres (Beata). Em virtude do seu matrimonio com o coronel Milton dos Santos passou a se chamar " Ida de Souza Torres Santos". Tiveram 04 filhos, 07 netos e 01 bisneta. A quem temos o maior carinho e dedicação por esta MULHER carismática, corajosa, humilde. Nos deixou deste mundo físico em 09/07/2018. Senhores do Legislativo Municipal e Executivo Municipal de Canhoba- Se. Está na hora de homenagear a Primeira Presidenta e Vereadora Mulher da Câmara Municipal. de Canhoba-Se. Colocando seu nome em uma rua, escola, ou na própria  Câmara Municipal. Não vamos deixar no esquecimento aqueles que doaram seu nome em benefício da comunidade. Isto é Brasil, é Sergipe, é Canhoba, é família Torres. Texto Angelo Mauricio Torres ( Publicado em seu facebook 08/06/2020).










ANGELO MAURICIO TORRES E IDA SOUZA TORRES SANTOS
ANTONIA MORAES, IDA SOUZA TORRES SANTOS E ANGELO MAURICIO TORRES


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Biografia: Teodomiro Custódio Filho ( DOCA )




TEODOMIRO CUSTÓDIO FILHO


Filho da senhora Laudicéa Gomes de Matos (professora) e do senhor Theodomiro Custódio Divino (escrivão) (in memória), Teodomiro Custódio Filho nasceu em 1952, no povoado Sítios Novos, cidade de Canhoba-SE, nos moldes normais de um tradicional parto da época: em casa, com a ajuda de uma parteira. Um grande homem filho de uma família conservadora que sempre o influenciou e dedicou em sua carreira. Sua mãe, uma mulher que vivi na base da religião e da cultura, sempre se preocupou  com a educação de seus filhos.
Esse  grande homem sempre esteve ligado as questões políticas e sociais, buscando desde de cedo à prática e a preocupação com todos em seu redor. Sempre possuiu uma postura bastante eficaz., o ingresso na política, a vida religiosa e suas benfeitorias em prol do município ficaram marcada.

Theodomiro Custódio Divino e Laudicéa Gomes de Matos

Ainda pequeno, Doca, como era carinhosamente conhecido, deixou o povoado e veio morar na cidade, na companhia de seus pais e dos seus dois irmãos, Theóphylo Custódio Divino Neto (in memória) e Lauro Custódio Divino. Nesta, estudou na Escola Estadual Hermes Fontes no Colégio Francisco Figueiredo em Aquidabã-Se, no ano de 1975. Foi fazer faculdade em Aracaju, mas decidiu abandonar os estudos e regressar a terra natal para se dedicar as atividades do campo, no cuidado do gado.
Quando jovem, Doca já demonstrava a paixão por todas as manifestações culturais, religiosas e políticas de Canhoba; e se manteve envolvido com as mesmas até a sua morte.

Teodomiro foi vereador por dois mandatos. O primeiro deu-se no ano de 1988-1992 e o segundo 1993-1996. Neste último permaneceu por um bom tempo como presidente da câmara, até que, por motivos alheios, foi promovido a Prefeito de Canhoba.

                  
Carreira Política


TEODOMIRO CUSTÓDIO FILHO                                                                                                                                                                                                                  ASSINANDO  A  ATA  NO FÓRUM  EM AQUIDABÃ-SE  NA ENTREGA DO SEU DIPLOMA DAS ELEIÇÕES DE 15 DE NOVEMBRO DE 1988


Posse para prefeito de Canhoba, 1996.





Visita ao Ex-Gov. Albano do Prado Pimentel Franco e Lourival Baptista, Aracaju 1992. 




Doca permaneceu no mandato como prefeito por três meses, no entanto o suficiente para demonstrar o quanto se preocupava com o seu povo. E assim por Canhoba fez o que muitos em quatro anos não faz: calçou ruas, levou eletricidade para outras, educação de qualidade, saúde também, festejos sociais e religiosos...
Dentre essas obras, uma em especial, que vale salientar, foi a construção de uma palhoça cultural (a qual hoje leva o seu nome), o que demostra cada vez mais o envolvimento dele pela cultura.

FOTOS DAS OBRAS

Palhoça Cultural " DOCA "
                                                    

Rua: Benjamim Constante
                                          
Inauguração da Palhoça Cultural " DOCA"
 

Pavimentação a paralelepípedo do complemento da Avenida Zaluart Rezend, interligando a rua Marechal Deodoro da Fonseca, popularmente conhecida como rua da BAMBÁ.

Colocou iluminação na rua Cícero Silva ( Conjunto Albano Franco )

        ... E deixou material para pavimentar parte da rua Benjamim Constante.
                                                            
Prédio construído em seu mandato.
Com um tempo passou a ser funcionário público; trabalhava na DESO...Costumava sair para beber com os amigos, sempre alegre com o sorriso no rosto e em época de cheias do rio São Francisco era sua diversão preferida, reunia sua família para passar finais de semana na propriedade que era de seu pai a fazenda Cajarana e a paixão pelo futebol, em especial pelo seu time de coração o Botafogo. Doca organizava uma farinhada no povoado Serra, reunia mulheres, homens e crianças, logo cedinho ao nascer do sol todos subiam a Serra em festa, Doca pegava seu jeep anunciando que na Casa de Farinha haveria festa, lá faziam  Beijú, Pé de Moleque, má casada etc. O ato da farinhada era muito tradicional no município.  



Fazenda CAJARANA.

Recordação do Jeep.


Em épocas de cheias do Velho Chico.


Cheias do rio São Francisco, rua Zaluarte Rezende. 


Apaixonado pelo Forró, Doca tinha uma coleção imensa de vinis de cantores diversos, e com o seu jeito humano amigo de ser conseguiu se aproximar de alguns deles; muitos faziam sucesso no cenário regional e nacional. E com alguns manteve uma amizade íntima, como Marinês, Clemilda, Meloso e as Melosas...

DOCA E SUA AMIGA MARINÊS
DOCA AO LADO DE CLEMILDA EM ÉPOCA DE ELEIÇÕES



Outro lado de Doca, quase desconhecido por muitos, é o de compositor. Algumas de suas canções foram gravas, inclusive por artistas citados acima... 


  O Carnaval:

O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Cada lugar e região brincam a seu modo, geralmente de uma forma propositadamente extravagante, de acordo com seus costumes. Em Canhoba, há muito tempo, comemorou-se com as tradicionais caretas juntamente com o bloco em que homem se vestia de mulher e vice versa; onde Doca organizava esse bloco.



Encenação da Paixão de Cristo:
                    

Era um teatro a céu aberto, realizado na sexta feira da paixão, onde jovens se caracterizavam para retratar a vida e morte de Jesus Cristo. Doca fazia parte da organização e por vezes atuava também.



  O Casamento do Matuto:

Realizado em comemoração aos festejos juninos, o casamento do matuto é uma parte integrante da quadrilha junina, que faz uma sátira aos casamentos tradicionais, numa linguagem alegórica do interior, cheia do humor. Em Canhoba, Doca sempre realizava no dia de São João, onde várias pessoas se reunião no povoado Barro Vermelho, e em seguida vinham em cortejo, a cavalo, com destino à cidade. Além de satirizar o casamento tradicional, Doca também abordava diversos assuntos de cunho polêmico, “atual”, folclórico etc.



           A Quadrilha  Junina:

É o baile em comemoração ao casamento caipira; uma dança ensaiada e executada com pares alternados. Na noite de São João, moças e rapazes canhobenses vestiam roupas típicas, e seguiam as instruções do marcador (papel comandado por Doca), que anunciava os passos da quadrilha junina ao som de muito forró.


Festa do Santo Cruzeiro:

Tradição canhobense a mais de 100 anos, a Festa do Cruzeiro é comemorada no início de junho, com um trido de missas e finalizando com a procissão. Conhecida por sua tradicional guerra de espadas e queima de fogos, a festa é dividida por noites, uma delas é a noite da juventude... Está por muitos anos teve Doca como encarregado na organização.


Festa do Padroeiro Bom Jesus dos Pobres:

Doca também era encarregado da noite da juventude na Festa do Bom Jesus dos Pobres (A Festa do Padroeiro de Canhoba), onde acontece um novenário de missas e finaliza com a Procissão; festa que também traça uma tradição religiosa por muito anos.


Assim, a romaria de Doca perdurou até a sua morte, de forma que pudemos observar o religioso que estava explícito nele.

  
A Vaquejada:
      
Cultura do Nordeste, a vaquejada, mais conhecida como A Pega de Boi no Mato, tem por objetivo preservar a memória do sertanejo, reconhecendo a valentia e a importância do vaqueiro nordestino. Doca realizava no mês de setembro, no Povoado Barro Vermelho, onde se iniciava com alvorada festiva, seguida de uma missa de envio do vaqueiro; e contava com uma grande participação popular.



                      O Pastoril

É um tipo de manifestação folclórica do nordeste do Brasil, que integra o ciclo das festas natalinas do Nordeste. Em Canhoba, por muitos anos, Doca foi uns dos organizadores. 



Teodomiro faleceu ainda “jovem”, aos 45 anos de idade, no dia 01 de setembro de 1997, morreu com problemas de saúde . No entanto deixou um legado de homem preocupado e dedicado com seu povo, onde podemos observar o quando Doca foi meritório para a política de Canhoba, assim também para a preservação e para a formulação da cultura canhobense. Sua morte comoveu à todos, em sua última homenagem seu caixão foi colocado aos pés do Santo Cruzeiro aquele que ele dedicou sua fé. Ali acabava a esperança de muitos, não iriam ver mais o progresso de sua cidade os  festejos juninos não seriam mais os mesmos sem Doca.
  

 
Cemitério Santo Antônio, Canhoba - Sergipe onde encontra-se seu mausoléu. 


Título Eleitoral

BENEFICIÁRIO DO ( IPES )

                                                        
                    
   HOMENAGEM  A  " DOCA "
               

                    

                     Homenagem de Junior Divino ( sobrinho )



               3ª  Gincana do C.E.S.F.A. 2015. Turma 3º Ano "A"
                                      Paródia em homenagem a " Doca".
 

                             
                                                Texto                    
                                                        Jaélython Moura
                                                       Chrystophe Divino 


                                                                  Acervo
                                                        Chrystophe Divino 
                                                            

                                                                 Vídeos
                                                            Junior Divino
                                                            Ana Angelica


                                                               Editor Chefe
                                                           Jaélython Moura 

                                         


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

ÍNDIO CATAIOBA

     Localizado na praça " Antônio Torres Junior", o Monumento ao Índio Cataioba, foi inaugurado em 19 de agosto de 2015. Presta homenagem aos povos indígenas, especialmente aqueles que habitaram a nossa região em tempos  remoto e  que foram dizimados pelos colonizadores portugueses em meados do século XVI.

    Trazendo um elemento típico do cotidiano indígena " a flecha ", o objetivo é lembrar a riqueza histórica, cultural e humana dos índios. O monumento é um patrimônio cultural da cidade, logo atrás foi plantada um Pau Brasil umas das árvores mais importantes do país.
     Os índios fugiram, mas no município ficaram suas marcas: os nomes de locais como Caiçara e Caraíbas. Nos pontos chamados de Bom Nome e Baixa do Canhoba era que habitavam os índios Cataiobas, tupis-guaranis, nômades, cuja existência sabe-se pelos seus ancestrais e pelos seus cemitérios encontrados nos territórios, com as descobertas de muitas igaçabas.
    A bandeira do município tem como simbologia o índio Cataioba, com seu instrumento de trabalho ( arpão). 
     As terras canhobenses, que se situam à margem direita do rio São Francisco ao norte do estado, descobertos pelos portugueses , em 1502, no dia 8 de outubro, daí o porque do nome, faziam parte da Capitania de Todos os Santos, que iam do Velho Chico até Itaboã, próximo a São Salvador. Com a morte de Cristovão de Barros, parte dessas terras passam a pertencer a seu filho, Antônio Cardoso de Barros. Os primeiros exploradores chegaram no final do século XVIII à lagoa do Jaguaripe, hoje lagoa de Canhoba, usando o rio São Francisco como estrada natural. Segundo pesquisadores, Canhoba quer dizer na língua Portuguesa " Folhas Escondidas ", uma planta medicinal usada largamente pelos indígenas. Uma espécie de planta com fama de miraculosa ( milagrosa ). A palavra " Canhoba " é a junção de duas outras. Segundo o tupinólogo, Theoro Sampaio, em seu Dicionário Tupi, " Can " quer dizer cânhomo, e o " oba " é o senhor da terra.
    O desaparecimento das tribos sergipanas se deu no século XIX, devido a política indianista do Império do Brasil que publicou a Lei das Terras em 1850, declarando como Domínio Público. Nesta fase foram extintos muitos aldeamentos nas províncias de Alagoas, Sergipe, Pernambuco e outras regiões do Império, por critérios raciais e discriminatórios, só para apossarem dos territórios indígenas, época do descobrimento, as terras de Sergipe eram habitadas por várias tribos indígenas Além dos Tupinambás e Caetés nas terras sergipanas tinham cerca de 30 aldeias, ambas pertencentes ao grupo Tupi que tinham o tipo físico negróides.
    Apesar de muitos critérios muitas águas vão rolar e muita chuva cairá sobre o índio da praça Antônio Torres Junior. Mas o pior cego é aquele que não quer ver o peso da cultura popular. A memória do índio da praça  em Canhoba, entretanto, nos leva a um passado mais antigo.



sexta-feira, 17 de julho de 2015

Partiu Sergipe Partiu Nordeste





 



 Eu Sou Sergipe
Encontro das águas do Rio com o Mar - Chegando à Orla de Aracaju o visitante visualiza o encontro das águas do Rio Sergipe com o mar, o que proporciona um espetáculo da natureza belíssima a uma vista de tirar o fôlego e bem ao lado do Farol.

Praia de Atalaia - O litoral de Aracaju reúne praias encantadoras como a praia de Atalaia com seus 6 quilômetros de extensão de orla, situada a 9 km do centro da cidade e um dos principais atrativos turísticos de Sergipe e um dos principais cartões postais do estado. Considerada por muitos a mais bela praia do nordeste e uma das mais bem equipadas do país, proporcionando o lazer e entretenimento dos turistas e moradores. No local, ficam situadas, ainda, as praias dos Artistas, também conhecida como Havaizinho, que é muito frequentada por surfistas.



                                                                    1° video Extraído
                                           www.nordestinospaulistanos.blogspot.com.br

terça-feira, 26 de maio de 2015

Capela de " Nossa Senhora da Conceição "







                                Capela de Nossa Senhora da Conceição

            Dom Mário Rimo Siviéri                    Padre Fábio Silva Pereira
                   Bispo Diocesano                             Pároco ( 2002/2004)

          Este templo foi construído pela liderança de MARIA MANOELA DA CONCEIÇÃO, consagrada solenemente no dia 08 de dezembro de 1894,
para perpetuar o Dogma da Imaculada Conceição, proclamado em 1854
por Pio IX, que João Paulo II, celebrou o seu sesquicentenário.
          Do céu, um dia, desceu um raio de luz! Antes, porém, a IMACULADA
CONCEIÇÃO havia sido coroada Rainha da Paz deste querido torrão.Coroantes
MALVINA TORRES e ALIETE REZENTE. Capelão da época do coroamento:
PADRE FERNANDO DA GRAÇA LEITE. 

     8 de dezembro de 2004                                   DA CULTURA DO ALGODÃO,  (época que foi colocada a placa)             SURGIU A CAPELA DA CONCEIÇÃO

                                             Lauro Rocha de Lima
                                                    pesquisador
                                                             


Altar da Capela Nossa Senhora da Conceição

Pe. Nestor Mathieu trouxe para a Capela de Nossa Senhora da Conceição um pedaço do madeiro que caiu. Desde então, todo ano no dia 03 de junho, dia em que começa a festa do Santo Cruzeiro, a população em procissão, juntamente com os zabumbeiros, levam o Santo Cruzeiro de madeira aos pés do atual, e este só retornam a igreja no dia 07 de junho, novamente em procissão com os zabumbeiros.  



                            fonte: Capela de Nossa Senhora da Conceição